Dissídio Coletivo: processo segue para análise da desembargadora após silêncio patronal
O processo de Dissídio Coletivo da categoria no Amazonas segue para análise, após o encerramento do prazo para manifestação sobre uma nova tentativa de conciliação sobre o Piso Salarial, o percentual de reajuste e as definições das cláusulas sociais repousa nas mãos da Desembargadora Relatora Ormy, do Tribunal Regional do Trabalho – TRT/11º região.
A ação, que busca a mediação judicial diante da falta de consenso nas negociações anteriores, passou inicialmente pelo Núcleo de Conciliação. No entanto, a primeira audiência realizada terminou sem acordo entre os litigantes. Após o trâmite de contestação e a manifestação do Ministério Público do Trabalho (MPT), o caso foi redistribuído ao Gabinete da Desembargadora Ormy.
Em um esforço para esgotar todas as vias de diálogo antes de uma sentença impositiva, a magistrada havia concedido um prazo de 20 dias para que ambas as partes informassem se ainda tinham interesse em conciliar.
O prazo encerrou-se formalmente na última segunda-feira, 02 de março. De acordo com os autos, o SINJOR/AM manifestou-se prontamente, reafirmando sua abertura ao diálogo e o interesse em uma nova audiência de conciliação. Por sua vez, o Sindicato Patronal, manteve-se em silêncio, deixando transcorrer o prazo sem novas propostas ou sinalização de acordo.
Diante do decurso do prazo, a Secretaria do Tribunal deve agora certificar a movimentação e encaminhar os autos para a conclusão da desembargadora relatora.
Da redação/Assessoria/SINJOR/AM
Em 03/03/2026
Foto: SINJOR/AM

