Bolsas para investigação jornalística sobre violência contra jornalistas

Repórteres Sem Fronteiras (RSF) lançou programa de bolsas de jornalismo investigativo sobre violência contra jornalistas no Brasil, como ameaças, perseguições, assédio judicial, censura, ataques digitais, desaparecimentos e homicídios. A iniciativa busca dar visibilidade às violações, fortalecer o jornalismo investigativo e enfrentar a impunidade, em defesa da liberdade de imprensa e do direito à informação.

A iniciativa é voltada ao fortalecimento da investigação jornalística sobre casos de violência, ameaças, perseguições, assédio judicial, censura, ataques digitais, desaparecimentos, homicídios e outras violações cometidas contra jornalistas e comunicadores em razão de sua atividade profissional no Brasil.

O programa parte do reconhecimento de que a violência contra jornalistas não é um fenômeno isolado, mas um atentado direto ao direito coletivo à informação e ao funcionamento democrático da sociedade. Ao apoiar investigações aprofundadas, a RSF busca contribuir para:

  • A visibilidade pública de crimes e violações;
  • A qualificação do debate público;
  • O enfrentamento da impunidade estrutural.

Serão apoiadas reportagens de alto rigor metodológico e relevância pública, em qualquer formato jornalístico — texto, vídeo, áudio, podcast ou multimídia. O programa selecionará pelo menos cinco projetos, assegurando-se a participação de ao menos uma iniciativa por região do país (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul).

O valor das bolsas é de R$ 10.000 a R$ 15.000, definidos de acordo com: complexidade da investigação; duração prevista da apuração; necessidade de deslocamentos; custos operacionais, e riscos envolvidos.

Cronograma: 

  • Lançamento do edital: 19 de dezembro de 2025
  • Período de inscrições: Até 30 de janeiro de 2026
  • Divulgação dos resultados: Até 13 de fevereiro de 2026
  • Prazo máximo para publicação: Até 25 de maio de 2026(100 dias a contar da data da divulgação dos resultados).

Leia o edital completo!

Fonte: Repórteres Sem Fronteiras 

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